dimanche 20 septembre 2009

Peter Weiss na Laura Alvim. Entrada franca

Vi "O Interrogatorio" nos anos 70, na montagem de Celso Nunes, no Glaucio Gil. E impressionante. Passo entao o convite de Xando Graça pra nova montagem, de Eduardo Wotzik.

Amigos:

Nos próximos dias 25 e 26 deste mês estarei, juntamente com cerca de 20 atores, apresentando a peça "O Interrogatório", do dramaturgo alemão Peter Weiss, que retrata a fase de instrução dos tribunais de guerra sobre os crimes do nazismo, que tiveram lugar em Berlim nos anos 60.

O evento que terá duração de 24 horas ininterruptas é dirigido pelo Eduardo Wotzik e tem o objetivo de ser um clamor artístico pela paz no mundo. Começará com o toque da shofar no anoitecer de sexta-feira, anunciando o início do shabbat (cerca de 18:00) e terminará mais ou menos na mesma hora no sábado, anunciando o fim do shabbat.

Será na Casa de Cultura Laura Alvim. A entrada será franca, com uma urna colocada a saída do teatro para doações espontâneas, vizando a viabilização de novas apresentações.
Maiores detalhes sobre a história podem ser vistos no blog http://ointerrogatorio.blogspot.com

Um Abraço,

Xando Graça

vendredi 18 septembre 2009

Falar português

"Desesperadamente/canto em português" (Belchior)
Parece incrivel mas em Paris e creio que posso dizer, na França, nem todos os filhos de portugueses ou de brasileiros sao bilingues ou ao menos falam português fluentemente. Os filhos de maes brasileiras e pais franceses entao, no maximo falam um português lingua estrangeira bem aprendido. Quando o brasileiro é o pai a coisa melhora. Mas essa nao é nunca a lingua da casa, que é sempre o francês. Ha exceçoes, claro, mas a regra é essa.
Natural? Mais ou menos. No Brasil conheci uma professora do Brasas, brasileira, filha de pai e mae braileiros. Uma vez lhe perguntei como tinha ela conseguido um tal nivel de inglês. Respondeu-me que a familia morara um ano nos Estados Unidos e, ao voltar, tinha decidido que o inglês seria a lingua da casa, de modo a que as crianças nao perdessem o nivel linguistico ja adquirido. Brilhante, nao?
Na contracorrente, os filhos de um português que eu conheço, chefe do departamento de português de uma das principais universidades francesas, nao falam português. Como sera que se comunicam com os parentes em Portugal? E a futura nora de uma amiga, filha de portugueses, cuja mae nao quis que ela aprendesse o português para nao ser confundida com uma " concierge" ( porteira)?
Entre os brasileiros a negaçao da lingua é mais sutil, claro. Uma vez, num aviao ainda da Varig, conheci uma senhora que voltava de Paris. Nessa época eu viajava com crianças pequenas e tinha de fazer amizade com todo mundo em volta. Essa senhora devia ser mae de alguém da companhia pois toda a tripulaçao se esmerava em agrada-la nao como a uma autoridade mas como a um parente de um amigo. Tinha ela conseguido um up grade, como nos ( o nosso tinha sido conseguido graças a um trabalho de meu marido para a Varig) e viajavamos todos muito confortavelmente na executiva. Pois bem, essa senhora se recusava a falar português, dizendo que aquela era sua primeira volta ao Brasil depois de muito tempo na França e que "esquecera" a lingua...
Ha ainda os que se comprazem com o sotaque francês de seus filhos no português ou a traduçao direta de expressoes francesas para o português que eles conseguem falar. Ha os que nao insistem para que os filhos aprendam a lingua - " Ele nao quer..."
Fico chocada. Claro que, por ser professora de português, um tal comportamento atenta contra meu mercado de trabalho. Mas nao é so isso. Negar a lingua é negar uma civilizaçao, como bem sabem os franceses, tao ciosos dos minimos traços distintivos do francês.
Pra terminar, la cerise sur le gâteau: um debate sobre literatura brasileira na prestigiosa Maison de l'Amérique Latine, boulevard Saint-Germain. A conferencista fala sobre Clarice e menciona que se tratava de alguém viajado, que fora mulher de um diplomata e que falava varias linguas. Abre-se o debate e a primeira questao que vem da platéia é: -por que uma pessoa tao viajada e tao culta teria escolhido o português para escrever sua obra? Pano rapido.

mercredi 16 septembre 2009

Literatura e as verdades da vida

No meio de altos problemas, tem gente que ouve musica, interiormente. Eu ouço o que ja li. Ou o que ouvi no radio ou vi no cinema. Sao textos que me vêm à memoria como um "prompteur" prum apresentador de televisao. Nao escolho, eles me aparecem.

Sobre a questao da morte e da dor, por exemplo. Estou andando pela rua e de repente ouço um capitulo do "Cavaleiro da Noite": os inimigos caem num covil de serpentes. Esta tudo escuro e eles de inicio nao compreendem onde estao. Começam entao a sentir as primeiras picadas. Nao sentem ainda dor mas sabem que vao sentir. Ai chega o heroi do momento, que é um dos companheiros do propriamente dito Cavaleiro da Noite, André, o gigante. Com sua alta estatura ele pode se equilibrar sobre as pedras do buraco. E ele tem um archote. As cobras, como ficamos sabendo, temem o fogo e se afastam. Os inimigos pedem a André que atire neles antes que o veneno das serpentes os faça sofrer. André, que nao guarda ressentimentos, da um tiro em cada um deles, com o beneplacito da voz autoral. Alias, em qualquer polar e em qualquer faroeste se vê a morte como saida limpa para uma situaçao de dor. Também no fim de "Homens e ratos", de Steinbeck, da-se a mesma coisa: o heroi , carinhosamente da um tiro na nuca do amigo-irmao, de modo a nao deixa-lo ser preso pelo assassinato que cometera involuntariamente.

Sobre sexo e amor: havia quando eu era garota uma revista chamada "Querida", que publicava contos evidentemente de amor. Revista cuja leitura era, evidentemente, proibida às meninas em flor. Mas que eu lia na casa de uma tia, por ocasiao dos almoços familiares. Eram contos americanos ou entao feitos à maneira de. As historias se passavam em pequenas cidades americanas, tao diferentes das brasileiras que às vezes os detalhes sociais chamavam mais a atençao da leitora que a trama erotico-amorosa. Eram garçonetes e mecânicos, operarios de fabricas e pequenos comerciarios que pareciam todos viver tao bem, em casas com tantos eletrodomésticos e roupas e sobretudo carros, com tanto tempo livre e dinheiro para passeios e cinemas e reflexoes que a jovem leitora se perguntava se estava compreendendo bem o que era uma garçonete ou um mecânico. Havia também o problema de com quem deixar os filhos e a leitora se perguntava onde estavam as familias daqueles individuos, onde estavam as avos e tias e primas solteiras, que em Niteroi, nessa época, se encarregavam de resolver esse tipo de problema. Nessas cidades as pobres maes eram obrigadas a deixar seus filhos com velhos vizinhos tarados, que abusavam das crianças que so a muito custo conseguiam se queixar às maes.

Mas de uma historia eu guardei um trecho muito interessante. Tratava-se da decisao da heroina de ter a primeira relaçao sexual com o namorado. As escondidas de sua mae, naturalmente. O namorado, que é mecanico - a revista tinha decididamente um fraco pelos mecânicos -, vai todos os dias depois do trabalho direto pra casa da namorada. Esta lhe prepara o jantar enquanto sua mae esta no trabalho. Bem, nesse dia, ela descreve o aspecto cansado do rapaz ao chegar. Ele lava o rosto e as maos - os gringos sao limpos - e ela lhe serve a comida. E vai observando os sinais de fadiga desaparecerem do rosto dele. E ai, diz ela, " eu soube que certo ou errado a hora tinha chegado." Claro que nao posso jurar mas acho que as palavras sao mesmo essas. Que ficaram pregadas por dentro na minha cabeça. Amor como sexo, como explica Rita Lee. Depois fui compreendendo que na composiçao do amor havia um outro elemento que nao era visivel a olho nu: faltava "a historinha". Mas essa é uma outra historia.

samedi 27 juin 2009

A marcha do Orgulho GLBT


27 de junho de 2009. O desfile saiu de Montparnasse, passou por Saint Germain e foi até a praça da Bastilha. As fotos sao do boulevard Saint Germain, entre o boulevard de Saint Michel e a praça Maubert.

( Clique sobre as imagens para aumenta-las)














































mercredi 24 juin 2009

A valsa dos patinadores






(clique sobre as imagens para aumenta-las)
Praça Maubert, 5ème arrondisement.


A policia protege os patinadores.



lundi 22 juin 2009

Adriana Lunardi

Conheci primeiro a autora, num programa de difusao de literatura da América Latina na França. Ela leu um conto de seu livro Vésperas, entao recém-lançado. Foi um choque. Comprei imediatamente o livro que li num fôlego so. As vésperas do livro sao as ultimas horas de escritoras. Como as de Colette, narradas por uma de suas personagens.
Um livro que tem o que dizer, que nao é so nem principalmente discurso. Como se as ultimas horas de cada vida condensassem toda a vida. Um livro que parece, à leitura, estar escrito a mao, tamanha é a delicadeza do discurso. Um livro como gosto - do tipo que continuamos a ler depois de terminado, que começa depois do ponto final.

mercredi 3 juin 2009

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

O filho chega em casa com um hematoma no rosto e uma grande escoriação no cotovelo. Que foi? Que houve? Ele esta ainda um pouco perturbado mas é com grande calma que conta à familia aflita o que acaba de acontecer:
- Fui atacado por um "horrible raquetteur" (Ele tenta dar um tom cômico a seu relato. Os "raquetteurs" são jovens que assaltam jovens vindos do colégio ou de um passeio e geralmente atacam em bandos).
-O quê? Como? Onde?
- Agora ha pouco, em frente à L'Heure Joyeuse (a biblioteca infanto-juvenil a dois passos de casa) quando eu estava indo a casa de Julien.
- O quê? Ele levou o quê?
- Pois é. Não tinha ninguém na rua, então ele chegou e me disse pra eu passar o celular. E eu disse que não tenho celular. Ai ele me disse pra eu entregar o MP4. E eu tive de dizer que não tenho MP4. Então ele me disse pra eu dar o dinheiro. E eu so tinha 25 centavos. Então ele ficou nervoso e me deu um soco na cara. Ai ele deu outro mas errou. Eu aproveitei e sai correndo pra rue Saint Jacques, onde havia gente. E ele correu pro outro lado.
A mãe quer ir imediatamente ao Comissariado registrar a queixa e fazer o retrato falado do agressor. Mas o filho esta cansado e quer ficar em casa.
A filha ri: o irmão irrita até os raquetteurs.
E ai intervém o pai: -Escuta, o cara te da um soco na cara e você sai correndo?
- Fugi bravamente, pai.
-Mas meu filho, você não tem 10 anos de judô?
- Mas pai, e se ele tivesse 11 de box tailandês?
- Meu filho, se eu chegasse em casa dizendo que tinha apanhado na rua apanharia de novo, de meu pai. Como é que você deixa alguém te dar um soco na cara?
- Eu não deixei, pai. Ele tinha uns 16 anos... Ô, pai, você é mesmo tijucano...
O pai , que por incrivel que pareça, tem uns 25 anos de yoga, nao pode deixar de rir. De fato, a época John Wayne passou. E, com a mãe relembra a triste historia do grande artista plastico que não suportou um soco na cara de um desconhecido e que, por isso, foi parar na cadeia por homicidio. As vezes, ser homem é exatamente saber suportar um soco na cara e bravamente fugir.

vendredi 8 mai 2009

Gente de Paris. 2


O penultimo post de Kovacs me deu vontade de apresentar a prata aqui de casa.


Ronaldo Graça é artista grafico. Faz publicidade, desenhos para publicidade, historias em quadrinhos e capas de livros. Atualmente é o capista de duas coleçoes de literatura popular, uma de Paris , outra de Abidjam, na Côte d'Ivoire (leio na Wikipédia que o governo da Costa do Marfim solicitou em 1985 à comunidade internacional que o pais fosse chamado sempre pelo nome em francês).


A coleçao de Paris chama-se "Brigade Mondaine", que é o antigo nome da divisao policial que trata "dos costumes" (repressao à droga, ao proxenetismo, etc). Sao historias erotico-policiais, escritas em linguagem simples e agil como o romance "noir" americano, num francês também simples. Vendem-se loucamente nas estaçoes de trem , em alguns quiosques de jornal e em grandes livrarias. Sao livros pra se ler rapidamente, numa viagem, por exemplo. E nao sao idiotas. Tratam de temas da atualidade: o amor homossexual, a mudança de sexo, a luta das moças pobres para subir na vida, etc e tal. Por incrivel que pareça, nem sempre o enfoque é conservador. Depende um pouco do escritor. Se o capista é um so, para garantir a identidade visual da coleçao, ha um batalhao de escritores, devidamente ocultos por pseudônimos. A identidade é dada pelo editor e dono da coleçao, o poderoso Gérard De Villiers, que aprova pessoalmente textos e esboços de capas.


A coleçao de Abidjan tem outro publico e outro interesse. Publicada por um braço da Hachete francesa, foi criada com uma subvençao estatal para estimular a leitura entre as mulheres. Poderia mesmo ser considerada um material paradidatico. Seu texto, também escrito por varios autores, é também simples e agil mas, apoiando-se nos valores tradicionais da sociedade - amor, casamento, filhos - deve estimular idéias novas tais como o trabalho feminino, a instruçao, o desejo de consumo, o desejo de viagens , etc. Vende também imensamente. Suas capas, feitas logicamente a partir dos temas dos livros, devem mostrar pessoas bonitas e valorizar o ambiente africano. Ha dois anos atras houve um seminario na nova Biblioteca de França a proposito da ultura africana e qual nao foi nossa agradavel surpresa quando soubemos que uma das comunicaçoes seria sobre a coleçao Adoras e que um de seus temas seria a fidelidade ou infidelidade das personagens de suas capas à cor real dos nativos da Côte d'Ivoire.


A arte do marido me fez entrar noutro universo ficcional e refletir mais sobre as concepçoes de arte e de literatura com que trabalhamos.

jeudi 7 mai 2009

Passagens de Paris

Gare de Lyon ( Paris)
Estaçoes sao lugares magicos (clique na foto para aumentar)

samedi 2 mai 2009

No 1° de maio


"Uma estranha loucura se apossa das classes trabalhadoras das nações em que reina a civilizaçao capitalista. Tal loucura provoca misérias individuais e sociais que, ha séculos, torturam a triste humanidade. Essa loucura é o amor ao trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada até o esgotamento das forças vitais do individuo e de sua progenitura. Em lugar de reagir contra essa aberraçao mental, os padres, os economistas, os moralistas, sacrossantificaram o trabalho. Homens cegos e limitados, quiseram ser mais sabios que seu Deus; homens fracos e despreziveis, quiseram reabilitar aquilo que seu Deus havia amaldiçoado. Eu, que não me professo cristão, econômico nem moral, quero julgar seu julgamento à luz do julgamento de seu Deus; quero julgar os sermões de sua moral religiosa, econômica, livre-pensadora a partir das pavorosas consequências do trabalho na sociedade capitalista.
Na sociedade capitalista, o trabalho é a causa de toda degenerescência intelectual, de toda deformação orgânica. Compare-se o puro-sangue dos haras de Rothschild, servido por uma criadagem de bimanos, ao pesado animal das fazendas normandas, que puxa o arado, puxa a carroça de estrume, recolhe a colheita. Observe-se o nobre selvagem que os missionarios do comércio e os comerciantes da religião ainda não corromperam com o cristianismo, a sifilis e o dogma do trabalho e observem-se em seguida nossos miseraveis servidores das maquinas."
Esses sao os dois primeiros paragrafos do primeiro capitulo de "O Direito à Preguiça", de Paul Lafargue (e traduçao minha), livro que conheci nos anos 80 por indicaçao de Imara Reis. Ha varias traduçoes em português. No site abaixo esta em versao integral, em francês. Tem de clicar no link e depois em "lancer une recherche":


Paul Lafargue casou-se com a filha caçula de Marx, Jenny Laura. Moraram em Asnières, um suburbio de Paris, onde ela, acostumada com o movimento da casa de seus pais em Londres, se entediava loucamente. Em 1911, ele com 69 e ela com 66 anos, fizeram um pacto de morte e se suicidaram, deixando uma carta na qual declaravam ter escolhido a morte antes da velhice.


Um ramo de muguet para todos nos!



Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Capa de Ronaldo Graça

Interior de Saint Julien le Pauvre

Interior de Saint Julien le Pauvre

Marion e a igreja de Saint Julien le Pauvre

Marion e a igreja de Saint Julien le Pauvre

Barcelona

Barcelona

Barcelona

Barcelona

Museu da Catalunha

Museu da Catalunha

A arvore mais velha de Paris.Jardim de Saint Julien le Pauvre

A arvore mais velha de Paris.Jardim de Saint Julien le Pauvre

Jardim da igreja de Saint Julien le Pauvre

Jardim da igreja de Saint Julien le Pauvre

Igreja da Madeleine

Igreja da Madeleine

Das escadas da Madeleine. Ao fundo, a place Vendôme

Das escadas da Madeleine. Ao fundo, a place Vendôme

Barcelona- Gracia

Barcelona- Gracia

Rue de Bucci

Rue de Bucci

Barcelona

Barcelona

Charitas forever

Charitas forever
Foto de Elias Francioni

Passage Saint Andre des Arts

Passage Saint Andre des Arts

Cartão-postal

Cartão-postal
Foto de Vera Bungarten

Paris...

Paris...
Foto de Vera Bungarten

No centro do Louvre

No centro do Louvre
Foto de Vera Bungarten

Passages de Paris

Passages de Paris
Foto de Vera Bungarten

Livraria Shakeaspeare.Quartier Latin

Livraria Shakeaspeare.Quartier Latin
Foto de Ana Maria Lucena

Quartier Latin

Quartier Latin
50 anos de Ionesco

Tonico Pereira. Teatro da FAAP

Tonico Pereira. Teatro da FAAP

Le Petit Pont e l'Hôtel de Police

Le Petit Pont e l'Hôtel de Police

Feliz Ano Novo ( foto de Patrick Corneau)

Feliz Ano Novo ( foto de Patrick Corneau)
Dança, a esperança equilibrista porque o show de todo artista tem de continuar.

Ilha da Boa Viagem

Ilha da Boa Viagem
Foto de Elias Francioni

Rue de la Huchette. Quartier Latin

Rue de la Huchette. Quartier Latin

Xando Graça

Xando Graça

Pont Saint Michel

Pont Saint Michel

Les Invalides

Les Invalides
Foto de Vera Bungarten

A dama de ferro

A dama de ferro
foto de Ana Lucena

A côté du Beaubourg

A côté du Beaubourg
Foto de Vera Bungarten

Chez Procope

Chez Procope

Igreja de Saint Séverin

Igreja de Saint Séverin

Angulo da igreja de Saint Séverin. Quartier Latin

Angulo da igreja de Saint Séverin. Quartier Latin
(foto Ana Maria Lucena)

Detalhe da Catedral de Notre Dame

Detalhe da Catedral de Notre Dame

Bassin Igor Stravinsk (ao lado do Beaubourg)

Bassin Igor Stravinsk (ao lado do Beaubourg)
Foto de Vera Bungarten

Liceu Henri IV

Liceu Henri IV
foto de Maria do Rosario

Liceu Henri IV. Ao fundo, o Panthéon

Liceu Henri IV. Ao fundo, o Panthéon
foto de Maria do Rosario

Liceu Henri IV

Liceu Henri IV
foto de Maria do Rosario

Liceu Henri IV

Liceu Henri IV
foto de Maria do Rosario

Jardin du Luxembourg

Jardin du Luxembourg

Espetaculo de mimica

Espetaculo de mimica
Jardin du Luxembourg

Rive Gauche

Rive Gauche

Barcelona Arco do Triunfo

Barcelona Arco do Triunfo

Museu de Zoologia e Historia Natural

Museu de Zoologia e Historia Natural

Jardin du Luxembourg

Jardin du Luxembourg
O despertar da primavera